segunda-feira , 25 de janeiro de 2021
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Insetos transmissores e aspectos climáticos na propagação da leishmaniose

A leishmaniose é uma doença infecciosa, causada por parasitas e transmitida por insetos minúsculos, que se alimentam de sangue, chamados de flebotomíneos. Animais silvestres e cachorros estão entre os hospedeiros conhecidos. Os sintomas da comorbidade variam de acordo com o tipo e podem incluir febre, anemia, indisposição e lesões inflamatórias no nariz e na boca.

Posto isso, os autores Laiza Gomes, Edelberto Dias, Sara Silva, Paloma Carvalho, Aline Cerqueira Santos, Erika Michalsky, Lara Silva, Andreza Geisiane Maia Souza, Consuelo Fortes-Dias, Maria Helena Morais, Rafael Nicolino e Danielle Soares elaboraram o artigo “Eco-epidemiological study on sandflies and environmental aspects related to the transmission of leishmaniasis in a municipality of Minas Gerais, Brazil, 2015-2016” (“Estudo eco-epidemiológico sobre flebotomíneos e aspectos ambientais relacionados à transmissão da leishmaniose em município de Minas Gerais, Brasil, 2015-2016”, na tradução literal), publicado no Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 71, n. 6, de novembro/dezembro de 2019, periódico associado da ABEC Brasil.

Crédito: Freepik
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O trabalho verifica a fauna e os aspectos ambientais e climáticos relacionados à transmissão de leishmaniose em áreas da cidade de Juatuba, em Minas Gerais. Para isso, realizaram um estudo eco-epidemiológico com coleta de flebotomíneos, inquérito sorológico censitário de cachorros e análise climática do local. No total, foram avaliadas amostras de sangues de 1752 cães e 431 insetos.

Depois de examinadas as amostras, puderam concluir que todas elas tinham infecção por Leishmania infantum, causador da leishmaniose visceral. Além disso, determinada área mostrou maior concentração com a presença de Lutzomyia longipalpis (gênero de flebotomíneo) e cães, aumentando a chance de transmissão da doença. Portanto, a relação entre parasita, reservatório e vetor está ativa no local. 

O texto completo, em inglês, pode ser acessado em https://bit.ly/2YujodG ou pelo DOI: https://doi.org/10.1590/1678-4162-11099.

Tadeu Nunes (4toques comunicação)
comunicacao@abecbrasil.org.br

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