quarta-feira , 21 de fevereiro de 2024
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Sal rosa do Himalaia: substituto mais saudável do sal de cozinha?

Pink salt from the HimalayasA preocupação com uma alimentação saudável ganha cada vez mais adeptos no mundo todo. E existem desde os mais radicais, na adoção de dietas restritivas, até os mais simples, como a troca de alguns produtos de uso diário. O sal rosa do Himalaia, por exemplo, tem sido um destes que ganhou destaque na mesa dos brasileiros. Mas qual será a diferença de características entre ele o sal comum?

Neste contexto, os autores Anne Borges de Bastos, Hugo Rafael do Amaral Carvalho, Cláudia Cândida Silva e Lídia Medina Araújo produziram o artigo “Análise e comparação da composição química inorgânica do sal de cozinha com o sal rosa do Himalaia pelo método de fluorescência de raios-X por dispersão de ondas”, publicado no The Journal of Engineering and Exact Sciences, v. 3, n. 4, de 2017, periódico associado da ABEC.

O estudo buscou identificar a composição química inorgânica do sal rosa e do sal de cozinha, comparar os resultados obtidos e determinar as diferenças entre eles. Para isso, foram utilizadas duas amostras de cada um, submetidas à análise qualitativa e quantitativa através do método de fluorescência de raios-X por dispersão de ondas.

Os dois apresentaram índices variados para cloreto e para sódio – com uma concentração de sódio menor no sal rosa. O sal do Himalaia também conservou grande parte de seus nutrientes do solo, enquanto o de cozinha mostrou concentrações menores de minerais, devido a aditivos, principalmente.

A similaridade das amostras ainda foi avaliada através de uma análise preliminar de agrupamento hierárquico de grupos (HCA), que mostrou a presença de dois grupos distintos de sais. No entanto, segundo os autores, são necessárias mais análises multivariadas para determinar se o sal rosa pode ser uma alternativa maior de fonte de mineiras e menor de teor de sódio para substituir o sal comum.

O artigo completo pode ser acessado em http://bit.ly/2Jv1D5t ou pelo DOI https://doi.org/10.18540/jcecvl3iss4pp0678-0687.

Tadeu Nunes (4toques comunicação)
comunicacao@abecbrasil.org.br

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